Pastor faz registro após ADBRás em Rio Largo ser vandalizada

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Na madrugada da última quinta-feira (7), a comunidade religiosa de Rio Largo, Alagoas, foi abalada por um ato de vandalismo que visou a Igreja Evangélica AD Brás Alagoas BR-104. O templo sagrado foi alvo de destruição, com a parede frontal completamente danificada e os instrumentos musicais da igreja severamente comprometidos. Até o momento, os responsáveis pelo ataque não foram identificados, deixando a comunidade perplexa diante da violência gratuita.

O pastor local, Marcos Monteiro, recorreu às redes sociais para compartilhar a devastação causada e denunciar o ocorrido. Em um vídeo postado em sua conta no Instagram, Monteiro expressou sua tristeza diante da situação, descrevendo a cena como se a igreja tivesse sido atingida por um míssil, tal era a extensão dos danos infligidos aos materiais e aos instrumentos musicais do templo.

Apesar do choque e da desolação inicial, o pastor enfatizou a resiliência e a fé da comunidade, ressaltando que os esforços para reconstruir a igreja já estão em andamento, contando com a colaboração dos membros locais. Manifestando confiança nas bênçãos vindouras, Monteiro destacou que a congregação da AD Brás Alagoas BR 104 se erguerá ainda mais forte após esse desafio.

Além de convocar seus fiéis para se unirem na reconstrução, o pastor fez um apelo mais amplo por contribuições em dinheiro ou mão de obra para acelerar o processo de restauração do templo. A resposta não tardou a chegar, com a comunidade local e pessoas solidárias demonstrando generosidade e prontidão para ajudar.

Em meio à adversidade, a denominação expressou sua gratidão às pessoas que se mobilizaram em apoio e solidariedade. Em comunicado oficial, a AD Brás Alagoas BR-104 reafirmou sua determinação em seguir adiante, ressaltando que nenhum ato de perseguição será capaz de deter a missão da igreja, citando a máxima de que “ninguém pode parar a Igreja do Senhor”.

Ataques a templos

O vandalismo contra templos religiosos é um problema que ocorre em diversas partes do Brasil, representando uma violação à liberdade religiosa e um ataque à comunidade de fé afetada. Templos de diferentes religiões, incluindo igrejas cristãs, centros espíritas, terreiros de candomblé, entre outros, já foram alvo de atos de vandalismo em várias regiões do país.

Esses atos muitas vezes resultam em danos materiais significativos, como pichações, quebra de janelas, destruição de símbolos religiosos e até incêndios criminosos. Além dos danos físicos, o impacto emocional sobre os membros da comunidade religiosa afetada pode ser profundo, causando medo, angústia e insegurança.

As motivações por trás desses atos de vandalismo podem variar, desde intolerância religiosa até questões de disputas locais, mas independente das razões, tais ações são condenáveis e merecem ser investigadas e punidas pelas autoridades competentes.

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