Faixa em frente à Assembleia de Deus Belém, em Sumaré, SP, pede saída de José Wellington Junior

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Uma faixa contundente foi instalada em frente à Igreja Assembleia de Deus Belém, localizada em Sumaré, São Paulo, clamando pela saída do pastor José Wellington Junior, vice-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), e do CEO da AD Belém, André Tshuchiya. Essa ação vem à tona em meio a um turbilhão de acusações que abalam a instituição religiosa.

A liderança da igreja em Sumaré é conduzida pelo Pastor José Felipe da Silva, tesoureiro da CGADB e sogro de José Wellington Junior, o que acrescenta complexidade a essa situação já delicada.

As denúncias contra os líderes envolvem uma gama de acusações sérias, que vão desde alegações de corrupção no que diz respeito às finanças da igreja até questões relacionadas a dívidas substanciais, alcançando cifras impressionantes. Segundo informações divulgadas, as dívidas podem ultrapassar a marca de R$ 80 milhões em FGTS dos funcionários, incluindo o próprio CEO.

Essas revelações têm provocado agitação dentro da comunidade religiosa, gerando debates acalorados e incertezas sobre o futuro da liderança da Assembleia de Deus Belém em Sumaré. Muitos membros expressam indignação e exigem transparência e prestação de contas por parte dos líderes acusados.

Em resposta às acusações, as lideranças da igreja têm se mantido reservadas, evitando comentários públicos sobre o assunto até o momento. No entanto, a pressão da comunidade e a presença da faixa exigindo a saída dos líderes são indicativos claros de que a situação está longe de ser resolvida.

Em 2014, José Wellington, foi alvo da Polícia Federal que iniciou uma investigação, suspeitando de seu envolvimento em crimes de lavagem de dinheiro e infrações contra a ordem tributária.

A informação, foi divulgada por Ricardo Boechat em sua coluna no site da revista IstoÉ, que revelou que o pedido de investigação teve origem no Ministério Público Federal.

O procurador responsável pelo caso, Antonio Cabral, tomou a iniciativa de solicitar o inquérito para averiguar possíveis delitos previdenciários que teriam sido cometidos pelo pastor. As acusações incluíam a suspeita de lavagem de dinheiro e fraudes fiscais.

A denúncia que desencadeou a investigação partiu de sete pastores afiliados à Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Esses pastores, representados pelos advogados do escritório Jorge Vacite Neto, no Rio de Janeiro, expuseram um suposto esquema criminoso que estaria sendo comandado por José Wellington.

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  1. […] após a circulação de um vídeo nas redes sociais, onde o casal, ambos evangélicos e membros da Assembleia de Deus, foi visto mantendo relações íntimas em uma sala da instituição. As imagens chocaram a […]

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