Pastor é preso em operação do Ministério Público em Indaiatuba com drogas e armas

 O pastor Fábio Augusto Moraes de 46 anos foi preso na Operação Chicago, deflagrada nesta terça-feira (26) em Indaiatuba pelo Ministério Público Estadual (MP-SP) com o apoio da Polícia Militar. Além de líder religioso, ele ocupava um cargo de direção e assessoria na Secretaria de Assistência Social.

Fabio recebia pelo serviço um salário bruto de R$ 8 mil. A Prefeitura informou que servidor fazia o serviço de abordagem social com pessoas em situação de rua.

No entanto, fora do trabalho, o pastor atuava em uma quadrilha que estorquia comerciantes da cidade. Sua função era fazer as cobranças das propinas. Fábio era apenas mais um no esquema de  12 pessoas, entre policiais, advogados e guardas municipais que foram presas temporariamente.

Fábio Augusto foi preso em flagrante. Após a voz de prisão, policias fizeram uma vistoria na residência do investigado e encontraram 1 revólver calibre 32m, 1 simulacro de pistola, 1 carabina de pressão calibre 22, 104 munições calibre 22, Porções de crack, Pinos e papelotes de cocaína.

Por uma distração dos policiais, o pastor Fábio que já estava algemado tentou fugir mas foi capturado e levado conduzido ao presídio.

O pastor que casado e tem filhos, já foi presbítero da Assembleia de Deus. Logo depois de se fastar da igreja e se envolver com drogas, Fábio Augusto Moraes, foi preso depois de receber um tiro nas nádegas, durante um assalto a casa do próprio advogado de defesa em uma acusação grave. Ele ficou cerca de cinco anos encarcerado e, em liberdade abriu um salão de cabeleireiro e voltou para a igreja.

Ele estava liderando uma igreja evangélica mas foi expulso quando descoberto que estaria desviando dinheiro da instituição. Atualmente estava em um cargo comissionado na Prefeitura de Indaiatuba.

Porém, foi exonerado nesta quarta-feira (27), um dia após a prisão em flagrante. A administração pública se pronunciou sobre o caso.

“Por se tratar de um cargo comissionado, não há necessidade de processo administrativo para a exoneração”, disse em nota.

Com Informações: G1

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